Vou abrir um parêntese para falar dessa “predileção” de Dom Williamson por “não católicos”, como John Adams, citado no CE 436, e que era MAÇOM; ou o músico Wagner, um “demônio jacobino amante do budismo, cuja música é cheia de impudicícias gnósticas” (CE 433), a quem dedicou pelo menos dois CEs (9 - Wagnerian Redemption e CE 433 - Novamente, Cultura); ou, e principalmente, o poeta & MAÇOM: T. S. Eliot, “gigante da literatura inglesa” (CE 406), a quem Dom Williamson dedicou pelos menos três CEs: CE 406 - A Cultura Importa, de 25/04/2015, 411 - Fim de semana com Eliot, de 30/05/2015, e 433 (já citado), e permitiu um seminário (com seis palestras) de certo dr. David White, entre os dias 1 e 3 de maio do ano passado, em Broadstairs (Inglaterra).
Quem é T. S. Eliot?
Thomas Stearns Eliot (1888-1965) nasceu nos EUA, mas se naturalizou britânico, aos 39 anos de idade, quando também foi batizado e confirmado na Igreja Anglicana. Era um poeta da escola MODERNISTA e imagista, um teórico da poesia moderna. Além de ser um ensaísta, crítico literário, dramaturgo e escritor. Ao se tornar britânico, se definiu um "classicista em literatura, um monárquico na política e Anglo-católico na religião".
Quem é T. S. Eliot?
Thomas Stearns Eliot (1888-1965) nasceu nos EUA, mas se naturalizou britânico, aos 39 anos de idade, quando também foi batizado e confirmado na Igreja Anglicana. Era um poeta da escola MODERNISTA e imagista, um teórico da poesia moderna. Além de ser um ensaísta, crítico literário, dramaturgo e escritor. Ao se tornar britânico, se definiu um "classicista em literatura, um monárquico na política e Anglo-católico na religião".

