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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O Privilégio Sabatino & as Trinta Missas Gregorianas

O Privilégio Sabatino & as Trinta Missas Gregorianas



Por Dr. Remi Amelunxen

 
Nossa Senhora oferece alívio e liberta
almas que sofrem no Purgatório
O Privilégio Sabatino é baseado na Bula Sacratissimo uti culmine, do Papa João XXII, de 3 de março de 1322, emitida 71 anos após Nossa Senhora ter aparecido a São Simão Stock e ter entregado-lhe o Escapulário do Carmo, também conhecido na América como Escapulário Marrom (aqui também). 

Nesta Bula, o Papa declarou que a Mãe de Deus apareceu a ele e lhe recomendou urgentemente a Confraria da Ordem Carmelita. Ela pediu ao Papa para ratificar, como Vigário de Cristo na terra, as indulgências que Nosso Senhor já havia garantido no Céu para os membros da Ordem Carmelita que morreram usando seu Escapulário. Estas foram indulgências plenárias para os membros da Ordem Carmelita e uma indulgência parcial para os membros da Confraria.

Então, a Mãe Santíssima afirmou que ela desceria do Céu ao Purgatório no Sábado após suas mortes e libertaria e conduziria ao Céu todos os que estavam no Purgatório que haviam ganho este privilégio. Desta promessa de ser libertado do Purgatório no Sábado seguinte vem seu nome, Privilégio Sabatino, pois "Sábado" em Latim é Sabbatum.

domingo, 30 de agosto de 2015

Ofício Parvo de Nossa Senhora

O OFÍCIO PARVO DE NOSSA SENHORA


“Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós e por todos quantos a vós não recorrem, de modo especial pelos inimigos da Santa Igreja e por aqueles que a vós estão recomendados”. São Maximiliano Maria Kolbe.

clique para baixar o PDF
Os ofícios religiosos são orações e súplicas dirigidas a Deus, diretamente ou pela intercessão dos Santos. Foram inúmeras, ao longo da história da salvação humana, as orações feitas pelos cristãos em busca dos favores divinos, tão necessários para o bem das almas e para se manterem livres e seguros dos perigos deste mundo e das ciladas do mal. Nosso Senhor Jesus Cristo e os apóstolos praticaram a vida de oração (Cf. Mc 14,34-38) e a recomendaram para nos mantermos unidos a Deus e aos Seus propósitos sempiternos. “Propôs-lhes Jesus uma parábola para mostrar que é necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo” (Lc 18,1). “Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos” (Ef 6,18). “Orai sem cessar” (1Tess 5,17). E entre as práticas mais comuns estão os Ofícios Divinos, que são praticados pelos religiosos consagrados, nos coros, e pelos leigos, nas ordens terceiras e nas associações piedosas ou populares, como os Apostolados da Oração ou as Confrarias e Arquiconfrarias.


A palavra “ofício” vem de “opus” que em latim significa “obra”. Devemos reservar um momento para parar em meio a toda a agitação da vida e recordar que a Obra é de Deus. Trata-se da oração quotidiana em diversos momentos do dia, através de Salmos e cânticos, da leitura de passagens bíblicas e da elevação de preces a Deus. Com essa oração, a Igreja procura cumprir o mandato que recebeu de Cristo, de rezar incessantemente, louvando a Deus e pedindo-Lhe por Si e por todos os homens.

São chamadas de “parvas” as versões simples ou simplificadas das orações e liturgias, uma vez que vem de “parvus”, que em latim significa justamente “pequeno”. Portanto, o “Ofício Parvo de Nossa Senhora”, também conhecido como o “Pequeno Ofício de Nossa Senhora”, é uma forma mais breve do “Ofício Comum de Nossa Senhora”. 


Aviso: há inúmeros ofícios dedicados a Nossa Senhora, e é preciso ter cuidado porque alguns deles foram parar no Index. Nem tudo que reluz é ouro! 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Indulgências

Este post está sendo revisado, tendo em vista que foi utilizado, como referência, o Enchiridion Indulgentiarum, documento pós-conciliar, que veio substituir a Raccolta, nome pelo qual ficou conhecida a "Raccolta delle orazioni e pie opere per le quali sono sono concedute dai Sommi Pontefici le SS. Indulgenze", que tratava das orações e atos de piedade indulgenciados pelos Papas, até 1950. Em 1968, na sanha destruidora dos modernistas, que modificaram a Liturgia, o Martirológio Romano e a Doutrina, dedicaram-se também a modificar as normas acerca das indulgências. Assim, enquanto não traduzirmos - ou se alguém se dispõe a fazê-lo ou já o tiver feito - a Raccolta, sugiro que deixem de lado o Enchiridion

Giulia d'Amore

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