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segunda-feira, 1 de junho de 2015

PIO XII: ENCÍCLICA HAURIETIS AQUAS - 1956

CARTA ENCÍCLICA DE SS. PAPA PIO XII


HAURIETIS AQUAS

SOBRE O CULTO DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
 



Aos veneráveis irmãos Patriarcas, Primazes,
Arcebispos, Bispos e demais Ordinários locais
em paz e comunhão com a Sé Apostólica


INTRODUÇÃO

ADMIRÁVEL DESENVOLVIMENTO
DO CULTO DO CORAÇÃO SACRATÍSSIMO
DE JESUS NOS TEMPOS MODERNOS



1. “Haurireis águas com gáudio das fontes do Salvador” (Is 12,3). Essas palavras, com que o profeta Isaías prefigurava os múltiplos e abundantes bens que os tempos cristãos haveriam de trazer, acodem-nos espontaneamente ao espírito ao completar-se a primeira centúria desde que o nosso predecessor de imperecível memória Pio IX, correspondendo aos desejos do orbe católico, ordenou que se celebrasse na Igreja universal a festa do Sacratíssimo Coração de Jesus.

2. Inumeráveis são as riquezas celestiais que nas almas dos fiéis infunde o culto tributado ao Sagrado Coração, purificando-os, enchendo-os de consolações sobrenaturais, e excitando-os a alcançar toda sorte de virtudes. Portanto, tendo presentes as palavras do apóstolo são Tiago. “Toda dádiva preciosa e todo dom perfeito vem do alto e desce do Pai das luzes” (Tg 1,17), neste culto, que cada vez mais se incende e se estende por toda parte, com toda razão, podemos considerar o inapreciável dom que o Verbo encarnado e salvador nosso, como único mediador da graça e da verdade entre o Pai celestial e o gênero humano, concedeu à sua mística esposa nestes últimos séculos, em que ela teve de suportar tantos trabalhos e dificuldades. Assim, pois, gozando deste inestimável dom, pode a Igreja manifestar mais amplamente o seu amor ao divino Fundador, e cumprir mais fielmente a exortação que o evangelista São João põe na boca do próprio Jesus Cristo: “No último dia da festa, que é o mais solene, Jesus pôs-se em pé, e em voz alta dizia: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba quem crê em mim. Do seu seio, como diz a Escritura, manarão rios de água viva. Isto o disse pelo Espírito que haveriam de receber os que nele cressem” (Jo 7,37-39). Ora, aos que escutavam essas palavras de Jesus, pelas quais ele prometia que do seu seio haveria de manar uma fonte “de água viva”, certamente não lhes era difícil relacioná-las com os vaticínios com que Isaías, Ezequiel e Zacarias profetizavam o reino do Messias, e com a simbólica pedra que, golpeada por Moisés, de maneira milagrosa haveria de jorrar água (cf. Is 12,3; Ez 47,1-12; Zc 13,1; Ex 17,1-7; Nm 20,7-13;1Cor 10,4; Ap 7,17; 22,1).

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