Publiquei este texto em 10/06/2012. O republico, agora, porque importante e necessário.
OPERAÇÃO MEMÓRIA. Traduzi um extraordinário, esclarecedor e definitivo texto de Mons. Marcel Lefebvre, escrito no fim de sua longa vida (em 1990). Depois disto, não penso que tenha "mudado de ideia", continuando uma linha de raciocínio que foi sempre a mesma durante toda a sua vida; as aparentes mudanças de rota em seu pensamento e ideias na verdade eram mera consequência das mudanças do pensamento e ideias na Igreja Liberal. À qual ele nunca pertenceu. Quem fizer uso da inteligência que lhe foi dada do Alto no momento que vem ao mundo (ler abaixo), compreenderá perfeitamente o que este texto quer dizer. Tirando o itálico, que ficou no texto seguindo o padrão normativo da Língua Portuguesa, retirei todos os grifos da versão italiana, porque não sei se estão também no original ou se (perdoem-me se não foi isso) quiseram "guiar" a leitura do texto, coisa que deve ser evitada, pois nem sempre é a ênfase que o autor original pretendia. Muitos blogs usam este recurso de grafar, negritar, colorir os textos, em uma vã tentativa, consciente ou não, de que o leitor veja ou sinta o que o blogueiro pretende... Vã, porque na maioria das vezes causa mais confusão que outra coisa. A Fé é a adesão da Razão às Verdades Reveladas. O uso da razão nos faz Católicos, e não devemos permitir que outro nos "guiem", pois pode se dar o caso que o outro seja mais cego do que nós, em que pese se trate de um santo (ler abaixo também). Mons. Lefebvre tinha ideias claras e simples, honestas. É um insulto à sua memória manipular suas palavras; é também uma ofensa à Fé que ele morreu - catolicíssimo! - defendendo.
Ah! Sim... E, ao contrário do que ando ouvindo por aí, quem morreu foi Mons. Lefebvre, não seu pensamento, suas ideias, sua vontade, seu legado e, principalmente, seu combate.
Giulia d'Amore
OPERAÇÃO MEMÓRIA. Traduzi um extraordinário, esclarecedor e definitivo texto de Mons. Marcel Lefebvre, escrito no fim de sua longa vida (em 1990). Depois disto, não penso que tenha "mudado de ideia", continuando uma linha de raciocínio que foi sempre a mesma durante toda a sua vida; as aparentes mudanças de rota em seu pensamento e ideias na verdade eram mera consequência das mudanças do pensamento e ideias na Igreja Liberal. À qual ele nunca pertenceu. Quem fizer uso da inteligência que lhe foi dada do Alto no momento que vem ao mundo (ler abaixo), compreenderá perfeitamente o que este texto quer dizer. Tirando o itálico, que ficou no texto seguindo o padrão normativo da Língua Portuguesa, retirei todos os grifos da versão italiana, porque não sei se estão também no original ou se (perdoem-me se não foi isso) quiseram "guiar" a leitura do texto, coisa que deve ser evitada, pois nem sempre é a ênfase que o autor original pretendia. Muitos blogs usam este recurso de grafar, negritar, colorir os textos, em uma vã tentativa, consciente ou não, de que o leitor veja ou sinta o que o blogueiro pretende... Vã, porque na maioria das vezes causa mais confusão que outra coisa. A Fé é a adesão da Razão às Verdades Reveladas. O uso da razão nos faz Católicos, e não devemos permitir que outro nos "guiem", pois pode se dar o caso que o outro seja mais cego do que nós, em que pese se trate de um santo (ler abaixo também). Mons. Lefebvre tinha ideias claras e simples, honestas. É um insulto à sua memória manipular suas palavras; é também uma ofensa à Fé que ele morreu - catolicíssimo! - defendendo.
Ah! Sim... E, ao contrário do que ando ouvindo por aí, quem morreu foi Mons. Lefebvre, não seu pensamento, suas ideias, sua vontade, seu legado e, principalmente, seu combate.
Giulia d'Amore
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O que é necessário para a continuação da Igreja Católica
Saint Michel en Brenne, 29 de janeiro de 1990
Caríssimos leitores,
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Os desastres acumulados por estas três guerras, e especialmente pela última, são incalculáveis no campo das ruínas materiais, mas muito mais no das ruínas espirituais. As duas primeiras prepararam a guerra no interior da Igreja, facilitando a ruína das instituições cristãs e o domínio da Maçonaria, que se tornou tão poderosa a ponto de permear profundamente, com a sua doutrina liberal e modernista, os organismos diretores da Igreja.


