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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Maçonaria e as Instruções da Alta Vendita

Para guardar na memória, um texto importante da Alta Vendita, uma loja da Maçonaria italiana, a Carboneria, com instruções para se infiltrar na Igreja, não para destrui-la, mas para usá-la para seus propósitos. Uma infiltração sem pressa de acontecer, e que já é, como vimos, exitosa.  

Observações: As notas em pink são, provavelmente, do original. Em vermelho, da tradutora, a sra. Andrea Patrícia. Em [azul], as minhas. Tomei a liberdade de fazer correções necessárias e acrescentar os links essenciais no decorrer do texto. Fonte: Borboleta ao Luar.

A quem interessar, o livro "The Permanent Instruction of the Alta Vendita" está à venda no site da Amazon, aqui, ou pode ser lido online, aqui. Em Inglês. 

  


* * * 

Maçonaria e as Instruções da Alta Vendita


Por John Vennari


Essa palestra será uma breve exposição sobre o documento maçônico do Século XIX “The Permanent Instruction of the Alta Vendita” ["Instrução Permanente da Alta Vendita"], que traçou um plano, um plano que vai nos ajudar a entender o que é a "desorientação diabólica da hierarquia superior" da qual a Irmã Lúcia falou. A Instrução Permanente da Alta Vendita, creio, explica a raiz da desorientação diabólica.

O Alta Vendita [Vide no ANEXO 2, ao final, uma breve história da Carboneria e a Alta Vendita] foi a maior loja da "Carboneria"(a), uma sociedade secreta italiana ligada à Maçonaria e que, juntamente com a Maçonaria, foi condenada pela Igreja Católica[1]. O Padre E. Cahill, SJ, em seu livro Freemasonry and the Anti-Christian Movement [A Maçonaria e o Movimento Anti-Cristão - à venda na Amazon] afirma que a Alta Vendita foi "comumente suposta como tendo sido na época o centro governante da Maçonaria Europeia"[2]. Os Carbonari foram mais ativos na Itália e França.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Um Cego Clarividente: A Revolução na Igreja

Um Cego Clarividente – Mons. de Ségur


Em 1862, Mons. de Ségur[1] publicou um opúsculo intitulado “A Revolução”[2], que vendeu 20.000 exemplares em um ano. Quatro anos antes, a pedido de Pio IX, J. Crétineau-Joly tinha publicado importantes documentos revelando a existência de uma verdadeira conjuração contra a Igreja[3]. A intenção de Mons. de Ségur era a de fazer conhecidos esses documentos, aproveitando para desvendar a verdadeira natureza da Revolução, e a impossibilidade de pactuar com ela.

A leitura deste pequeno tratado é muito esclarecedora. Ela nos mostra que a Revolução não mudou de natureza, e que, 150 anos depois da análise do cego clarividente, não devemos modificar nossa atitude, se quisermos que a Igreja e a sociedade saiam da terrível crise na qual elas se afundam cada dia mais.

Parece-nos que bastará uma breve análise desta obra para demonstrar isto.


A NATUREZA DA REVOLUÇÃO

A Revolução não é uma questão puramente política, explica-nos o prelado, é também uma questão religiosa, ele é mesmo a grande questão religiosa de nossa época. O objetivo final desta é “a destruição total da ordem divina sobre a terra, o reinado perfeito de Satã sobre o mundo”. “Combater a Revolução é, portanto, um ato de fé, um dever religioso de primeira ordem.”

Na Revolução há um mistério, um mistério de iniquidade que os revolucionários não podem compreender, porque só a fé pode dar a chave de compreensão, e eles não têm fé.

Para compreender a Revolução, é necessário recuar até ao pai de toda revolta, aquele que ousou primeiro dizer, e ousa repetir até o final dos séculos: non serviam, eu não obedecerei.

Satã é o pai da Revolução. A Revolução é sua obra, começada no céu e se perpetuando na Humanidade de idade em idade (...).

É o que constatava, na sua Encíclica “Nostis et nobiscum”, de 8 de dezembro de 1849, o soberano pontífice Pio IX: “A Revolução é inspirada pelo próprio Satã. Seu objetivo é o de destruir completamente o cristianismo e a reconstrução, sobre suas ruínas, da ordem social do paganismo.”


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Inocência na mira - A Infância assediada

Em 1953, nos EUA, a Maçonaria concebeu um plano para corromper em larga escala toda a juventude americana. Lemos:
"Começamos a realizá-lo e o aperfeiçoaremos com os seguintes meios: cinema, publicações pornográficas a baixo custo, livros cômicos com histórias de sexo e violência; ultimo meio, mas não menor, a televisão; não ousamos ir mais longe com a televisão, por enquanto. Mas ela nos reserva um auditório imenso e será o melhor meio de pegar as crianças. Nosso plano é de promover primeiro algumas representações amorosas, se não já imorais, e graduando progressivamente a maldade, toda calculada, teremos a posse de toda a juventude. Será mantida ocupada o dia todo, sem deixar espaço para a religião. Assim, os jovens, quando acordarem e ao dormirem, terão a cabeça cheia de cowboys, de homicidas, de terrores, de desenhos animados inofensivos. Tudo isso para afastar de suas almas as imagens religiosas. Assim, as crianças serão desorientada por anos a fio. Depois, quase que ocasionalmente introduziremos costumes indecentes e cenas licenciosas com o fim de destruir o sentido da modéstia" (do livro “A Maçonaria, Sociedade Secreta Iniciática” – vários autores).

Pag. 91-91 Do livro “Educação Sexual: Etapa Maçônica para a Destruição do Homem” do dr. Carlo Alberto Agnoli (magistrado) – Ed. Civiltà. Brescia:


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

LEFEBVRE: Vaticano II, uma desgraça anunciada.

Uma conferência de Mons. Lefebvre publicada pelo Blog Non Possumus-Italia, que foi traduzida do francês, conforme se vê do vídeo abaixo, junto com a tristemente famosa Lista Pecorelli, com o nome dos prelados maçons que se infiltraram na Igreja para destrui-la, conforme preconizado na Instrução Permanente da Alta Vendita, que procuraremos publicar em breve, mas há um link a respeito nas notas. Bom, a tradução é nossa, como as notas em seguida. Se houver algum erro, já sabem: nos avisem, ficaremos gratos.  


* * *


Monsenhor Lefebvre: “Estou convencido de que se descobrirá aos poucos que o Vaticano II tem a ver com uma loja maçônica!”


“Trecho extraído do livro ‘O Derradeiro Combate do Demônio, o capítulo 5’.”

Ao desencorajar a ideia de um Concílio pelas razões que vimos acima, esses Cardeais se mostraram muito mais hábeis, ao reconhecer os “sinais dos tempos”, do que todos os teólogos pós Vaticano II. Poderiam também ter sido postos em alerta pelos escritos daquele infame e excomungado iluminista Canônico Roca[1] (1830-1893), o qual invocou uma revolução e uma “reforma” da Igreja, e previu, com um incrível nível de precisão, a subversão da Igreja por meio de um Concílio.

Mons. Eduard Schick - bispo de Fulda
No livro “Atanásio e a Igreja do nosso tempo”, o Bispo Graber reporta a previsão de Roca de uma “Igreja renovada pelo Iluminismo”, afirmando que ela viria a ser influenciada pelo “socialismo de Jesus”. Em meados do século 19, Roca previu que “a nova Igreja, que não deveria reter nada da Doutrina Escolástica da antiga forma original da Igreja precedente, receberá de qualquer forma a consagração e a jurisdição canônica por parte de Roma”. Roca, muito surpreendentemente, previu a “reforma litúrgica” que viria a ocorrer após o Concílio Vaticano II: “O culto divino, nos modos especificados pela liturgia, o seu cerimonial, os rituais e as regras da Igreja Romana serão, em breve, transformados em um concílio ecumênico, que devolverá àquele [ao culto] a simplicidade venerável da idade de ouro dos Apóstolos, de acordo com a civilização moderna e os ditames da consciência”[2].

Roca previu que, através deste concílio, viria a ocorrer um “acordo perfeito entre os ideais da civilização moderna e o ideal de Cristo e do Seu Evangelho. Esta será a consagração da Nova Ordem Social e o solene batismo da civilização moderna”. Em outras palavras, este concílio viria ser o triunfo do plano Maçônico para subverter a Igreja. Roca também falou sobre o futuro do Papado. Ele escreveu: “Há um sacrifício a ser feito, que representa um solene ato de expiação... o Papado cairá; irá morrer pela mão da adaga consagrada que os próprios pais do último concílio terão forjado. O Papa-Cesar é uma hóstia [vítima] coroada para o sacrifício”. Roca previu, tão entusiasticamente, nada menos do que uma “nova religião, um novo dogma, um novo ritual, um novo sacerdócio”. Ele define os novos sacerdotes “progressistas”, e fala da “supressão” da sotaina [batina] e do “matrimônio dos padres”.

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