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domingo, 10 de janeiro de 2016

Francisco x Lefebvre. Ainda uma vez, Monsenhor corrige o Papa

Francisco x Lefebvre. Ainda uma vez, Monsenhor corrige o Papa. 



http://farfalline.blogspot.com.br/2013/03/a-metafora-da-gaivota.html
clique para lembrar da eleição

Francisco escandaliza mais uma vez o mundo, e novidade é que ele resolveu globalizar as heresias modernistas lançando mão da tecnologia para alcançar seus objetivos. Para manter o foco na objetividade, publico, logo em seguida ao vídeo de Francisco, um texto de Mons. Lefebvre sobre o tema da outras "religiões".

Bom, desta vez os traditontos não vão poder dizer que "manipularam" o que ele disse, ou que ele não disse o que disse. Sic. Desta vez, é ele mesmo quem fala, em um vídeo de cerca de dois minutos de duração, que foi lançado no dia 07/01/16, em espanhol, para "promover o respeito e o diálogo entre as religiões, um compromisso com espectadores de todo o mundo que se repetirá a cada mês".  

Ou seja, todos os mês, Francisco trará uma novidade através de vídeos nos quais falará sempre em espanhol, serão gravados pelo Centro Televisivo Vaticano e divulgados pelo site "O Vídeo do Papa - Rede Mundial de Oração do Papa". Estarão disponíveis em 10 idiomas e também serão transmitidos pelo Twitter, Facebook, Instagram e YouTube - para garantir que a heresia se globalize mais eficazmente

No mês de janeiro, o assunto é DIÁLOGO INTERRELIGIOSO, bem mais abrangente que o ecumenismo. Junto com a mensagem de Francisco, o vídeo mostra também uma mulher (claro!, o feminismo tem que se fazer presente!), um sacerdote, um rabino e um muçulmano que afirmam sua "crença" em buda, deus, Jesus Cristo e alá, e seguram em suas mãos um símbolo da própria "religião": uma estátua de buda, um candelabro de sete braços, uma imagem do menino Jesus (e porque não a CRUZ? Oras, para não ofender ao rabino com a acusação e a prova do DEICÍDIO!), um masbaha (um cordão com contas; dos muçulmanos).   


Também aparecem no vídeo imagens de Francisco no "Muro das Lamentações", em Jerusalém, com o rabino Abraham Skorka e o professor muçulmano Omar Abboud, e também no "Santo Sepulcro", com o herético patriarca ortodoxo de Constantinopla, Bartolomeu I. As novidades não param! Francisco, que já visitou uma mesquita e um templo budista, entrará pela primeira vez em uma sinagoga de Roma, no dia 17 de janeiro.  



O vídeo, legendado em português.



Se não abrir, clique aqui: https://youtu.be/kHsfzPv7gMU

 
 
O texto: 

A maioria dos habitantes do planeta declara-se crente.
Isto deveria ser motivo para o diálogo entre as religiões.

Não devemos deixar de rezar por isso e colaborar com quem pensa de modo diferente.

Confio em Buda.
Creio em Deus.
Creio em Jesus Cristo.
Creio em Deus, Alá.

Muitos pensam de modo diferente, sentem de modo diferente,
procuram Deus ou encontram Deus de muitos modos.

Nesta multidão, nesta variedade de religiões,
só há uma certeza que temos para todos:
somos todos filhos de Deus.

Creio no amor.
Creio no amor.
Creio no amor.
Creio no amor.

Confio em vós para difundir a minha intenção deste mês:
"Que o diálogo sincero entre homens e mulheres de diferentes religiões
produza frutos de paz e de justiça".

Confio na tua oração.





Mons. Lefebvre sobre Jesus Cristo e "todas as religiões"


 

Diante da imagem do Menino Jesus no presépio, alguns podem ser movidos a dizer: “Isso não é possível, Ele não pode ter criado o mundo; Ele acabou de nascer”. Para estes, São Paulo dá a resposta: Ele acabou de nascer, sim, mas a Sua Pessoa é uma Pessoa divina, e essa Pessoa é Deus, o Verbo de Deus. É verdadeiramente o Verbo de Deus que está ali presente na manjedoura, que assume este corpo e alma. É a Palavra de Deus, é esta Pessoa divina a quem nos dirigimos. Quando falamos com alguém, dirigimo-nos a uma pessoa. Essa Pessoa é o Verbo de Deus, por Quem tudo foi criado. Como pode alguém então dizer que esta Pessoa, que é o Verbo de Deus feito Homem, não é Salvador, Sacerdote e Rei, os três grandes atributos que esta Pessoa dá a esta criatura de Deus pela graça da união hipostática? [1]

Portanto, algum homem tem o direito de ser indiferente à presença do Verbo de Deus em nosso meio? Isso é inconcebível. Deus quis viver entre nós; quem então tem o direito de dizer: “Apenas deixe-me viver minha vida. Eu não preciso de Jesus Cristo para viver”? Isso é impensável, especialmente porque Ele veio para nos salvar dos nossos pecados. Consequentemente, somos todos afetados porque somos todos pecadores. Ele veio para morrer na cruz, para nos redimir da condenação eterna; pode alguém, portanto, ficar desinteressado? E como eles se atrevem a comparar esta Pessoa, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, a Maomé, Buda ou Lutero? Como pode um católico que tem a Fé proferir tais palavras? Como eles podem até mesmo falar “das religiões, todas as religiões, dos cultos” como se fossem iguais?

O Papa Pio VII manifestou sua indignação quando foi apresentado à Constituição da França, na qual se afirmou a liberdade de todas as religiões. Ele reagiu contra as palavras “todas as religiões”. Com estas palavras, eles estavam colocando a santa Religião de Deus, de Nosso Senhor Jesus Cristo, no mesmo nível das heresias e cismas. Ele ficou indignado, e escreveu ao Arcebispo de Troyes: “Vá ver o rei. Diga-lhe que é inadmissível para um monarca Católico, para um rei que se chama Católico, admitir a liberdade de ‘todas as religiões’, sem distinção. O Papa ficou indignado. Esta deveria ser a convicção de todos os católicos.

Não é possível ser católico e não sentir indignação quando falam de “todas as religiões”, colocando assim Nosso Senhor em pé de igualdade com Buda e todo o resto. Eles não acreditam que Nosso Senhor é Deus. Eles não acreditam que é a Pessoa de Deus que está diante de nós. É evidente que não acreditam. Existem várias encarnações de Deus? Em Buda? Em Maomé? Em Lutero? Não, existe apenas uma, em Nosso Senhor Jesus Cristo. Este fato tem consequências enormes, e devemos sentir isso em proporção à nossa crença na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O que São João diz sobre este ponto é muito importante. As palavras do Apóstolo podem ser resumidas da seguinte forma: aquele que afirma que Jesus Cristo é Deus é de Deus, e aquele que nega que Nosso Senhor Jesus Cristo é Deus é um anticristo (cf. I Jo. II, 22). Anticristo! e, por conseguinte, um demônio. São João, por exemplo, teve a Fé, e ele soube como tirar as consequências.

Poderíamos nos perguntar se ainda restam hoje verdadeiros católicos entre aqueles que se dizem católicos, porque todo mundo acha natural falar de liberdade religiosa e liberdade de culto. Porém, isso não pode ser concedido, porque vai de encontro à dignidade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Eles podem nos acusar de sermos intolerantes. E quantos católicos acham a mesma coisa, inclusive em nossas próprias famílias católicas!?

Se você afirma que há apenas uma Religião verdadeira, a Religião de Nosso Senhor Jesus Cristo, e todas as outras provêm do demônio, que elas são do Anticristo porque negam a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, eles vão acusá-lo de ser intolerante. “Assim, você quer voltar para a Idade Média”, zombarão. Não, nós só queremos restaurar o que é: Nosso Senhor é Rei. O dia em que Ele vier subitamente em majestade sobre as nuvens do céu, eles dirão: “Ah, é verdade, Ele é Rei; nós não acreditávamos que isso era possível”.

Sim, Nosso Senhor é Rei, e Ele será o único, não haverá ninguém ao lado d'Ele. As pessoas não são capazes de convencer-se disso. Elas estão infectadas pelo liberalismo, pelo secularismo que afeta muitos. A Nosso Senhor Jesus Cristo já não é atribuído o seu verdadeiro lugar.

Seu reino deve ser estabelecido na terra como no céu.

Foi Ele mesmo quem disse isso, na oração que Ele nos ensinou, o Pai Nosso: Venha a nós o Vosso reino. Seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu. E este deve ser o objeto de nossas orações, a intenção de nossos sofrimentos e o propósito de nossa vida. Não devemos descansar até que o reino de Nosso Senhor seja restabelecido. Um católico cujo coração não é animado por este profundo desejo não é um católico. Ele não é um dos fiéis de Nosso Senhor Jesus Cristo. [2]


Notas finais

[1] A união de duas naturezas, divina e humana, de Jesus Cristo em uma única pessoa, a Pessoa do Verbo divino. A partir do fato de que este Homem, Jesus Cristo, é Deus, Ele é necessariamente Salvador, Sacerdote e Rei.
[2] The Mystery of Jesus, The Meditations of Archbishop Marcel Lefebvre [Kansas City: Angelus Press, 2000], pp. 23-25.

 

Fontes: 
  1. http://www.folhape.com.br/geral/mundo/2016/1/papa-francisco-lanca-video-com-mensagem-para-promover-dialogo-entre-religioes-0147.html.
  2. http://thepopevideo.org/pt-br.html.
  3. http://www.renitencia.com/2015/01/mons-lefebvre-sobre-jesus-cristo-e-todas-as-religioes.html - Texto de Mons. Lefebvre.   
 




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