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domingo, 10 de maio de 2015

Qual mulher você quer ser?

Ainda para o Dia das Mães, publicamos um texto escrito pela sra. Laise Esteves, de João Monlevade, MG. Uma indagação oportuna e atualíssima, para as senhoras e senhoritas católicas. Essa leitura é utilíssima também na outra data do feminismo, que é mais conhecida: o Dia da Mulher. Não vou, aqui, desta vez, trazer a história dessas duas datas, porque não nos interessam, não são datas cristãs. Às nossas mães podemos dedicar o dia de hoje ou outro qualquer dia que se queira, devolvendo-lhes um pouco do muito que fizeram e ainda fazem por nós. Algumas de nós já não as têm por perto, mas a todas, presentes ou ausentes, podemos dedicar uma Ave Maria neste dia.


Qual mulher você quer ser?


por Laise Esteves 


Toda mulher nasce com uma dádiva dada por Deus. Não precisamos de manual para sermos boas esposas ou mães, isso é um dom natural que Deus concedeu por bondade a todas as mulheres. É certo que algumas têm renunciado a esse direito em busca dos direitos oferecidos pelo liberalismo, o que é uma lástima, pois o direito adquirido em Deus é perfeito. Tudo aquilo que Deus faz é perfeito.

Mulher alguma precisa de dicas de como amamentar seu bebê, como colocá-lo para dormir, o que deve ou não deve dizer ao seu filho em cada idade. Todas nós sabemos e chamamos isso de extinto materno, dom natural; aquelas menos sensíveis podem chamar de bom senso. Mas o certo é que não precisamos de alguém se fazendo de Mestra das Ciências naturais, achando-se mais apta que outras por quaisquer motivos. Uma mulher que cria um filho tem total capacidade de criar três, cinco, dez ou quantos filhos Deus enviar. Jamais Deus enviaria a alguém uma responsabilidade que naturalmente não conseguisse suportar e devolver a Ele como um bom fruto. Ninguém tem o direito de nos dizer o contrário. Ninguém tem o direito de invadir a privacidade do outro dando-lhe conselhos desnecessários ou não solicitados. Privacidade é o meu direito privado, são as atitudes e vivência que ninguém além das pessoas da minha intimidade precisa saber. As mulheres dessa geração precisam aprender a ser mais discretas e não se incomodarem tanto com a vida de outras famílias, com as asneiras proferidas na mídia, com as mentiras tiranas inventadas pelo meio empresarial. Mulheres não precisam de nenhum sucesso que não seja necessário a Deus e ao seu marido. O resto é tolice. Mulheres podem e devem ser mães de quantos filhos quiserem, sem pensar nessa besteira de controle de natalidade ou do padrão estabelecido pela sociedade. Quem estabelece os padrões de nossa vida é a Divina Providência. Nem o governo, nem as estapafúrdias pesquisas da mídia, nem as pessoas devem controlar o ciclo da vida. Deus é quem tem este controle, e qualquer atitude de mudar isso é desobediência a Deus. Não dê ouvidos a tolos, nem aos inimigos do Altíssimo.


Qualquer mulher consegue ser uma boa dona de casa, uma excelente cozinheira e uma boa esposa. Isso não é um trunfo reservado para algumas mulheres. Basta ter a vontade aprender, de se inteirar de coisas realmente relevantes para nossa vida ao invés de se apegar às mediocridades deste mundo. Nada é mais prazeroso que uma mesa bem posta, uma receita bem feita e nova, um sorriso de satisfação no rosto do marido, uma casa bem arrumada e cheirosa... Isso não é um cargo ou um emprego, como algumas pessoas tentam nos fazer entender. A forma de fazermos tudo isso com esmero e facilidade é uma gratuidade Divina. É vergonhoso fazer estardalhaço disso como se fosse um feito heroico! Isso é uma tendência natural à qual toda mulher deveria ser inclinada a dedicar-se a cada dia com normalidade.

Nossas avós e bisavós faziam muito mais em suas casas precárias sem eletricidade, água encanada e outras comodidades, sem precisar de anunciar em meios de comunicação. E por quê? Porque elas não faziam para si mesmas, elas faziam primeiramente para satisfazer a Deus, dando a Ele sua obediência filial; faziam para o marido, cumprindo seus votos feitos no matrimônio; e faziam por seus pais, para honrá-los com os frutos de sua educação. Outras coisas não estavam em questão. E quão fortes e grandes foram essas mulheres! Que exemplos preciosos temos em nossas histórias de famílias!

A salvação de alma de uma mulher deve ser sua primeira preocupação na vida, e para tal ela deve zelar pela vontade de Nosso Senhor. É um bom inicio deixar aquelas atitudes cuja dedicação a faz ver mais a vida alheia que a sua própria, e passar a enxergar mais sua família, seu marido e seus afazeres. Ser para Deus aquilo que Ele deseja, ser para o marido aquilo que ele precisa, ser para os filhos um exemplo e dos bons! Daqueles que fazem o Céu se rejubilar e não os parceiros de Facebook. De mulheres fortes, decentes, honestas, polidas e discretas, capazes de fazer da sua casa um lugar onde os Anjos possam habitar. São dessas mulheres que o mundo precisa.

Você já pensou qual o tipo de mulher será ao se apresentar diante de Nosso Senhor?

26 de abril de 2015, Festa de Nossa Senhora do Bom Conselho. 
 


 
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2 comentários:

  1. Respostas
    1. Agradeçamos a Jesus, como diz Padre Pio! E tb à senhora Laise de João Monlevade, MG, que escreveu o texto. :)

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