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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

LEFEBVRE: Vaticano II, uma desgraça anunciada.

Uma conferência de Mons. Lefebvre publicada pelo Blog Non Possumus-Italia, que foi traduzida do francês, conforme se vê do vídeo abaixo, junto com a tristemente famosa Lista Pecorelli, com o nome dos prelados maçons que se infiltraram na Igreja para destrui-la, conforme preconizado na Instrução Permanente da Alta Vendita, que procuraremos publicar em breve, mas há um link a respeito nas notas. Bom, a tradução é nossa, como as notas em seguida. Se houver algum erro, já sabem: nos avisem, ficaremos gratos.  


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Monsenhor Lefebvre: “Estou convencido de que se descobrirá aos poucos que o Vaticano II tem a ver com uma loja maçônica!”


“Trecho extraído do livro ‘O Derradeiro Combate do Demônio, o capítulo 5’.”

Ao desencorajar a ideia de um Concílio pelas razões que vimos acima, esses Cardeais se mostraram muito mais hábeis, ao reconhecer os “sinais dos tempos”, do que todos os teólogos pós Vaticano II. Poderiam também ter sido postos em alerta pelos escritos daquele infame e excomungado iluminista Canônico Roca[1] (1830-1893), o qual invocou uma revolução e uma “reforma” da Igreja, e previu, com um incrível nível de precisão, a subversão da Igreja por meio de um Concílio.

Mons. Eduard Schick - bispo de Fulda
No livro “Atanásio e a Igreja do nosso tempo”, o Bispo Graber reporta a previsão de Roca de uma “Igreja renovada pelo Iluminismo”, afirmando que ela viria a ser influenciada pelo “socialismo de Jesus”. Em meados do século 19, Roca previu que “a nova Igreja, que não deveria reter nada da Doutrina Escolástica da antiga forma original da Igreja precedente, receberá de qualquer forma a consagração e a jurisdição canônica por parte de Roma”. Roca, muito surpreendentemente, previu a “reforma litúrgica” que viria a ocorrer após o Concílio Vaticano II: “O culto divino, nos modos especificados pela liturgia, o seu cerimonial, os rituais e as regras da Igreja Romana serão, em breve, transformados em um concílio ecumênico, que devolverá àquele [ao culto] a simplicidade venerável da idade de ouro dos Apóstolos, de acordo com a civilização moderna e os ditames da consciência”[2].

Roca previu que, através deste concílio, viria a ocorrer um “acordo perfeito entre os ideais da civilização moderna e o ideal de Cristo e do Seu Evangelho. Esta será a consagração da Nova Ordem Social e o solene batismo da civilização moderna”. Em outras palavras, este concílio viria ser o triunfo do plano Maçônico para subverter a Igreja. Roca também falou sobre o futuro do Papado. Ele escreveu: “Há um sacrifício a ser feito, que representa um solene ato de expiação... o Papado cairá; irá morrer pela mão da adaga consagrada que os próprios pais do último concílio terão forjado. O Papa-Cesar é uma hóstia [vítima] coroada para o sacrifício”. Roca previu, tão entusiasticamente, nada menos do que uma “nova religião, um novo dogma, um novo ritual, um novo sacerdócio”. Ele define os novos sacerdotes “progressistas”, e fala da “supressão” da sotaina [batina] e do “matrimônio dos padres”.


Referindo-se aos escritos do heresiarca francês Abbé Melinge[3] (que escrevia sob o pseudônimo de Dr. Alta), o Bispo Graber advertiu acerca de um programa revolucionário para “a substituição da Fé Romana com um pontificado ‘pluri-confessional’, capaz de se adaptar a um ecumenismo polivalente, como o que vemos estabelecido agora durante as concelebrações de padres e pastores Protestantes”. (Melinge estava se referindo a alguns sacerdotes renegados; todavia, hoje, o mesmo Papa concelebra as funções religiosas, incluindo as Vésperas, com alguns “bispos” Protestantes).

Ecos assombrosos de Roca, de Melinge e da “Alta Vendita[4] se encontram nas palavras do dr. Rudolph Steiner[5] (um rosa-cruz), que em 1910 afirmava: “Precisamos de um Concílio e de um Papa que o proclame”...


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Esta conferência de Mons. Lefebvre, de 1976, levanta a questão da Autoridade da Igreja em face das presenças maçônicas existentes nela. Quem fala nesse vídeo, em francês, gentilmente traduzido por uma querida amiga italiana, é um Mons. Lefebvre muito turbado, quase assustado com a notícia da iminente publicação, por um jornal francês, de uma lista de Maçons (lista que reportamos abaixo) presentes no Vaticano... Monsenhor, amedrontando diante da mera possibilidade, continua dizendo: “eu não sei de nada, eu não tenho certeza, não sei de nada...”, referindo-se às graves consequências e implicações que tudo isso teria sobre a Autoridade de um Pontífice... Este discurso de Monsenhor faz certamente parte de uma das várias fases de reflexão que ele atravessou ao longo do tempo e dos vários eventos que se sucederam naqueles anos. Recordemos que dez anos mais tarde, por ocasião da primeira reunião multi-religiosa de Assis, Lefebvre declararia: “Queridos amigos, a Cátedra de Pedro e as posições de autoridade em Roma são ocupadas por anticristos”[6]. Apesar disso, ele fugiu sempre da posição do Sedevacantismo[7] para, depois, voltar a enfrentar seriamente o problema no final de sua vida... Não conhecemos o pensamento completo de Monsenhor sobre essa questão, e o que chegou a pensar em última análise[8], mas suas reflexões ainda são fundamentais e valiosas para nos ajudar, mesmo hoje, a refletir honestamente sobre a situação atual que estamos vivenciando.

Gianluca Cruccas
Anna Rita Onofri

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Um agradecimento vivíssimo pela tradução para o italiano, por parte de uma nossa caríssima amiga...


MONSENHOR M. LEFEBVRE – FEVEREIRO DE 1976...


(...) Estou convencido de que se descobrirá, aos poucos, que o Vaticano II tem a ver com uma loja maçônica! Nem mais nem menos. Será descoberto, talvez, em breve. Serão publicados alguns nomes com as filiações maçônicas, com os graus da Maçonaria, com as pertenças às Lojas!...

Não pode ser de outra maneira! Executam com perfeição o trabalho das Lojas maçônicas para não ser, ao menos, defensores das Lojas maçônicas. Não é possível! Não é possível! E tudo isso acontece em todos os setores. Não é possível que o Papa, inspirado pelo Espírito Santo e sustentado pelo Espírito Santo por boca de Nosso Senhor Jesus Cristo, pode fazer uma coisa dessas. Nisso, eu concordo convosco, não é possível, é incompatível!

Esta destruição da Igreja, esta destruição do Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo, esta destruição da Fé Católica em todos os campos: todos os catecismos, as universidades, as escolas católicas, as congregações religiosas, os seminários...

Onde quer que se olhe, há a destruição sistemática de toda a Igreja! Quista por todas as reformas aprovadas pelo Vaticano II. Por que o Vaticano II foi, eu diria, o que permitiu fazer as reformas. O que precisava ser feito, eram as reformas! O Vaticano II, com termos ambíguos, permitiu dar a partida às reformas. E era justamente esse o objetivo! O Vaticano II foi a rampa de lançamento que permitiu tudo isso!

Assim, podemos dizer do Santo Padre: na realidade, não é possível que um Papa possa fazer isso! Portanto, não é Papa![9] Bem, o raciocínio é impecável! O raciocínio é impecável!

Eu não sei de nada!... Eu não digo que seja assim!... Eu digo... há várias hipóteses! Esta hipótese poderia ser uma hipótese legítima... É possível que venha à tona! Eu não sei de nada, eu não sei de nada... A meu ver, vede, ainda não está claro... Mas um dia virá à tona, e não se trata de coisas impossíveis. A este propósito, houve Aparições que o disseram, e essas Aparições foram reconhecidas pela Santa Sé! Falemos de Fatima! Falemos de La Salette! Disseram que o demônio viria a subir o degrau mais alto da Igreja![10]

Eu não sei de nada, eu não sei se o degrau mais alto refere-se ao Secretário de Estado e para por aí, ou se vai muito mais longe e chega até o Papa! Eu não sei de nada. Vai até aquele que se diz Papa... Eu não sei. E vocês sabem, não é uma coisa impossível. E os teólogos têm estudado o problema. Os teólogos têm estudado o problema para saber se isso é possível, por exemplo, que um papa possa ser um herege, e portanto excomungado, e todos os seus atos ilegítimos e inválidos.

E se, por exemplo... Eu não sei de nada, mais uma vez, não me façam dizer coisas que não digo, eu não o sei! Mas, afinal, admitindo que seja descoberto, que se descobrisse bem devagarinho a sua pertença à Maçonaria... Imaginemos que o Papa tenha sido inscrito em uma Loja maçônica antes de sua eleição[11]! Ele já estava excomungado!

Excomungado! E, então, a sua eleição é inválida! Não pode ser Papa! E nós teríamos, enquanto isso, um Papa que não é Papa!

São coisas possíveis! Mais uma vez, eu não digo que seja assim. Mas, o que quereis? Na situação em que nos encontramos, devemos buscar uma solução! Estamos diante de um problema quase insolúvel. Teologicamente, diria, teologicamente quase insolúvel, então se procura por uma solução!

Querem destruir todos os estados católicos! Não querem mais o Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo! Bem, que a Igreja se preste a esta obra gigantesca e demoníaca é inverossímil! Inverossímil! É de tal forma, de tal forma abominável! É de tal forma atemorizante! Atemorizante!

Vejam, a este respeito, eu estou pessoalmente convencido de que os princípios maçônicos tenham entrado na Igreja por ocasião do Concílio. Tudo o Concílio foi equívoco, e tudo isso foi ocultado bem. Por outro lado, há textos muito significativos, certo? Tomemos a “Gaudium et Spes”. Há algumas coisas na “Gaudium et spes” totalmente insanas!

Por exemplo, a independência da cultura laica. Há um capítulo inteiro sobre a cultura na “Gaudium et spes”, onde se diz que a “cultura laica deve ser independente da religião”. Novamente, o Reino de Nosso Senhor Jesus Cristo não se estende mais nem ao menos sobre a cultura. O homem, vejam, pode se libertar da lei moral quando, por exemplo, se expressa através da arte ou qualquer coisa assim. De libertação em libertação, se trata sempre de libertação de Nosso Senhor Jesus Cristo, se abandona Nosso Senhor Jesus Cristo! E isto foi aplicado a tudo! A tudo!.


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l Uma ruptura com o passado

Esses “conservadores” que negam que vários pontos do Vaticano II constituam uma ruptura com a Tradição e com o Magistério precedente – ou padecem de um mínimo de ambiguidade, cumplicidade ou omissões – não ouviram os verdadeiros promotores e porta-bandeiras do Concílio que descaradamente o admitiram. Padre Yves Congar[12], um dos artífices da reforma, notava com satisfação que “a Igreja fez, pacificamente, a sua ‘Revolução de Outubro’...”. O mesmo padre Congar afirmava que a Declaração do Vaticano II sobre liberdade religiosa, “Dignitatis humanae”, está em contraste com o “Syllabus” de Pio IX. No que se refere ao parágrafo 2 da citada Declaração, ele teve ocasião de dizer: “Não há como negar que um texto como este diga materialmente algo diferente do Syllabus de 1864, e até mesmo praticamente o oposto das proposições 15 e 77-79 daquele documento”. Recentemente, há alguns anos, o Cardeal Joseph Ratzinger, aparentemente não turbado por sua própria admissão, afirmou que considerava o documento conciliar ‘Gaudium et spes’ uma espécie de contra-Syllabus’: “Se se quisesse fazer uma análise do texto (‘Gaudium et spes’) como um todo, é provável que diríamos que (em relação aos textos sobre a liberdade religiosa e sobre as religiões do mundo ) este é uma revisão do Syllabus de Pio IX, quase uma espécie de contra-Sílabo [...]. Permitais-nos de estarmos contentes em dizer que o texto serve como um contra-Sílabo, assim como ele representa, por parte da Igreja, uma tentativa de reconciliação oficial com a nova era inaugurada pelo 1789[13]. A nova era inaugurada pelo 1789 consiste, de fato, na elevação dos Direitos do Homem acima dos direitos de Deus. Na verdade, um comentário como aquele do Cardeal Ratzinger é inquietante, especialmente quando provém do Prefeito da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé[14], a qual tem a tarefa de preservar a pureza da Doutrina Católica. Podemos também citar uma afirmação semelhante do progressista Cardeal Leo Iozef Suenens (1904-1996), também Padre conciliar, o qual falou em termos de “antigos regimes” que terminaram. As palavras que ele usou para elogiar o Concílio estão entre as mais eficazes, as mais assombrosas e as mais esmagadoras. Suenens declarou que “o Vaticano II foi a Revolução Francesa na Igreja”.


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Monsenhor continua...

E quando, em uma reunião de teólogos – havia 150 teólogos em Bruxelas – o Cardeal Suenens disse: “O Concílio é o 89 da Igreja”! Ah! Ah! Mas pense, pense, pense, o 89 da Igreja! (quer dizer: “o 1789 da Igreja” – ndr). Tudo isto é sintomático, é claro! E, então, pelo que me diz respeito, eu sofro. Quando penso que, às vezes, algum sacerdote amigo, ou muito bem situado, bem me diz: “Ah! Não, não, não! Não falais mal do Concílio! Não falais mal do Concílio! Vos suplico. Não do Concílio! Das reformas, da interpretação do Concílio, tudo o que quiser, mas não do Concílio!”.

Mas tenha paciência! É um disparate! É em nome do Concílio que fazem as reformas. Todas as reformas são feitas publicamente. Para resumir, quando falam da reforma da Missa, quando falam da reforma litúrgica em nome de certa ideia, de certa Constituição, de certa Declaração, e ainda quando fazem todas as transformações políticas, é em nome da liberdade religiosa. Então, para eles está tudo claro. Para eles, é o Concílio que quer tudo isso. Bem, mas foram eles que fizeram o Concílio! Foram eles que o dirigiram!

Quando pensamos que hoje em dia se publica em todo lugar, nas revistas – já tinha visto em uma revista alemã, e o encontrei em uma revista italiana, de Roma –, todo o pedigree maçônico do Cardeal Liénart[15], publicado até com fotos em plena Roma na revista “Chiesa Viva”, uma revista muito, muito, muito, vos confesso, muito moderada, uma revista que definiria de pessoas de princípios católicos, ou pelo menos desse gênero: então, em uma revista desse tipo, em plena Roma, estampam fotos deste cardeal, todas as suas pertenças, todos os seus graus, e quando subiu de um grau para o outro, e todas as Lojas de que fez parte, todas essas coisas... Se trata, na prática, de um homem que guiou o grupo liberal do Concílio e que dominou o Concílio; e tal homem é um grande amigo do Santo Padre. É preciso absolutamente dizer as coisas como são! O Cardeal Lienart, o Cardeal Frings, o Cardeal Alfrink, o Cardeal Suenens, todos eram amigos do Santo Padre. O Cardeal Döpfner, foi ele [o Papa] quem o nomeou moderador do Concílio, não podemos negá-lo. Que eles eram amigos do Santo Padre é um fato. E nós, nós fomos, por assim dizer, marginalizados do Concílio; nós que havíamos defendido a Tradição, os 250 que defendiam a Tradição, ficamos praticamente órfãos e nunca tivemos qualquer eco junto ao Santo Padre.

O Cardeal Larraona redigiu um ato que eu guardei, e que gostaria de publicar em breve, com a resposta do Santo Padre sobre a colegialidade, durante o Concílio: Enfrenta-se o perigo da colegialidade[16], que é até mesmo uma democratização episcopal, absolutamente perigosa. E o Santo Padre responde: “Eu não entendo, não entendo o que quereis dizer. E depois, apesar de tudo, a maioria dos bispos é favorável”. O que significa “a maioria dos bispos é favorável”?... É insano! E assim, a partir daquele momento, o Cardeal Larraona foi perseguido pelo Santo Padre e até morreu de desgosto, o pobre Cardeal Larraona, perseguido; bem como o Cardeal Ottaviani – que está sendo aposentado agora, mas que deve morrer de desgosto diante de tudo o que acontece –, ele também foi colocado de lado. E o Cardeal Palazzini[17], que também foi nomeado para ser afastado da Congregação para o Clero, ele também foi ignorado; não significa nada em Roma. O mesmo se diga em relação ao Cardeal Oddi. Todos os Tradicionalistas foram descartados, nenhuma função e todos desgraçadamente – é preciso dizer desgraçadamente – foram calados!

Então, como dizia o Cardeal Staffa: “Mas aguardai, aguardai, ficai calado, isso vai mudar, vai mudar, porque vos deste tanto trabalho, a que ‘pro’, para manifestar a vossa desaprovação”... E eu lhe disse: “Mas, ouvi-me, vós agora estais atrás de vossa escrivaninha, é tudo fácil, obviamente, vós aguardais, por detrás de vossa escrivaninha, aguardai ainda dois ou três anos e depois isso vai mudar, certo? Mas [aguardai] tranquilamente, atrás de vossa escrivaninha de Presidente da Segnatura Apostólica, e assim, enquanto isso, milhões das almas se perdem, vão para o inferno por causa desse abandono dos cardeais e bispos, até mesmo tradicionalistas, que não dizem nada a ninguém”.
Ou como também Mons. Graber, que me escreveu há 15 dias, me dizendo: “Monsenhor, vos suplico, aceitai o Novus Ordo, aceitai não sei o que, é gravíssimo, estareis fora da Igreja, sereis...”. Então, eu respondi dizendo-lhe: “Mas, olhe, se eu julgasse Atanásio e a Igreja de hoje segundo o que me escreveu, o senhor é muito mais severo do que eu sobre o Concílio, o senhor fala sobre as influências maçônicas no Concílio... Mas eu ainda não havia falado nada, falo nisso agora por que a coisa começa a ficar clara, mas nunca falei nisso antes, foi o senhor quem falou nisso. E, então, como pode pedir justamente a mim para aceitar as reformas e o Concílio que o senhor diz terem sido influenciados pela Maçonaria. Como pode fazê-lo?”.

Bem, é inédito, seria inédito. Mesmo diante de Mons. Graber... E não falamos obviamente de D’ Ambrois, de Monsenhor Moriot, que vós conheceis, amigos, diria amigos fraternos [me dizendo]: “Então, Monsenhor, submetei-vos, submetei-vos, andai a dizer ao Santo Padre que reconheceis tudo, depois ide sobre o túmulo de São Pedro a rezar e vereis como estão as coisas, tudo se acertará, e quando vós estareis...”.

Claro, como sustentava Monsenhor Benelli, que me disse: “Monsenhor, é preciso assinar, deveis escrever que vos enganastes, que aceitais o Concílio, que aceitais todas as reformas pós-conciliares, que aceitais todas as diretrizes de Roma, que aceitais a nova missa – e coloca a mão sobre um missal do Novus Ordo – e que aceitais arrastar convosco todos os vossos seguidores”...

“Mas eu não tenho seguidores, não tenho seguidores”..., respondi.

“Como? E todos aqueles que vos seguem?”.

“Todos aqueles que me seguem ou que não me seguem, estão todos na mesma situação; todos eles estão em uma situação da Igreja que é intolerável, que é inaceitável; se perderá a Fé, tornar-nos-emos protestantes! E, então, [essas pessoas] reagem. Acontece que, para muitos bispos que têm seminários, eu sou um exemplo, um pouco como um farol no meio do oceano. Assim, as pessoas que pensam como nós se reúnem, Ecône torna-se um símbolo, mas não sou eu quem condiciona o modo de pensar deles, são inteligentes o suficiente[18] para saber que não podemos nos submeter ao que acontece atualmente na Igreja. Vemos bem que não é possível, porque hoje o que Roma propõe está envenenado[19]. Algo muito grave está acontecendo, eles querem aniquilar nossas almas, levando-as à perdição[20]. Nós não queremos, não queremos nenhuma religião universal, nenhuma religião sincretista, nenhuma religião meio maçônica e meio não sei o que, sentimental – certo? – que levaria à união de todos os homens de todas as religiões! Nós a não queremos. A preço algum! A preço algum!.


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O Cardeal Leo Suenens: “padrinho” do Movimento Carismático

O “padrinho” do “Movimento Carismático” foi o Cardeal Leo Suenens, Arcebispo da Diocese de Malines-Bruxelas.

Em 1967, introduziu na Igreja Católica a heresia do “Pentecostalismo”, ao qual mudou o nome para “Renovação Carismática”.

O Cardeal Suenens, no Vaticano II, foi um dos árbitros ocultos dos programas sobre a “liberdade religiosa” e a “Igreja no mundo moderno”, sobre a Liturgia, sobre a Colegialidade...

Ele patrocinou, em Bruxelas, o “Congresso Internacional da Alta Maçonaria hebraica dos B’nai B’rith”; recebeu o “Prêmio Templeton” (Fundação maçônica metodista americana), com a seguinte citação: “Por sua contribuição para a transformação das estruturas eclesiásticas”[21]. Uma de suas “transformações”, por ele auspicadas foi: “Nada se opõe, em nível teológico, ao acesso das mulheres ao sacerdócio”.

Além disso, posicionou-se contra a encíclica “Humanae vitae”, e a favor dos anticoncepcionais; deixou que um pároco convidasse um padre apóstata, que se tornou um pastor protestante, para distribuir a Comunhão e, além disso, o elevou à categoria de ‘Decano’; impôs a Comunhão nas mãos; mandou construir novas igrejas, sem qualquer chance de se ajoelhar, emparelhando-se, assim, aos protestantes, que negam a Presença real...

Deste Prelado, a revista “Il Borghese”, de 26 de Outubro de 1969 (pp. 502-503), escreveu acerca de um seu “casamento civil” (ocorrido antes ou depois de seu sacerdócio?)[22].

Seria por isso, talvez, que ele queria a reintegração dos “padres-casados”?

Após essa premissa toda, seria uma surpresa encontrar o nome do Cardeal Leo Suenens na lista dos 121 nomes de altos prelados da famosa “Lista de Pecorelli”[23], inclusive com a data de iniciação maçônica: 15 de junho de 1967, número de matrícula 21/64, e sigla: LESU?...


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A seguir está uma lista de maçons reimpresso com algumas atualizações pelo “Bulletin de l’Occidente Chrétien” n. 12, de julho de 1976 (Diretor Pierre Fautrad um ‘Fye’ – 72490 Bourg Le Roi). Todos os homens desta lista, se pertencem à Maçonaria, estão excomungados, como se vê em “Direito Canônico, 2338”... [O nome de cada membro é seguido por sua posição, caso for conhecida; a data em que foi iniciado na Maçonaria, seu código ID; e seu codinome, caso seja conhecido].

1. Albondi, Alberto. Bispo de Livorno. Iniciado em 5-8-58; ID 7-2431.
2. Abrech, Pio. Da Sagrada Congregação dos Bispos. 27-11-67. ID 63-143.
3. Acquaviva, Sabino. Professor de Religião na Universidade de Pádua. 3-12-69. ID 275-69.
4. Alessandro, Padre Gottardi. (apelidado de “Doutor” nos encontros Maçônicos) Presidente dos Irmãos Maristas. 14-6-59.
5. Angelini Fiorenzo. Bispo de Messenel - Grecia. 14-10-57. ID 14-005.
6. Argentieri, Benedetto. Patriarca da Santa Sé. 11-3-70. ID 298-A.
7. Bea, Augustin. Cardeal. Cardeal. Secretário de Estado (próximo ao Papa) sob Papa João XXIII e Papa Paulo VI.
8. Baggio, Sebastiano. Cardeal Prefeito da Sagrada Congregação dos Bispos (Esta é uma crucial Congregação visto que aponta os novos Bispos). Secretário de Estado sob Papa João Paulo II, de 1989 a 1992. 14-8-57. ID 85-1640. Codinome maçônico "SEBA". Ele controla a consagração dos Bispos .
9. Balboni, Dante. Assistente do Pontificado do Vaticano. Comissão de Estudos Bíblicos. 23-7-68. ID 79-14. "BALDA".
10. Baldassarri, Salvatore. Bispo de Ravenna, Italia. 19-2-58. ID 4315-19. "BALSA".
11. Balducci, Ernesto. Artista de imagens religiosas. 16-5-66. ID 1452-3.
12. Basadonna, Ernesto. Prelado de Milão. 14-9-63. ID 9-243. "BASE".
13. Batelli, Guilio. Leigo membro de várias academias científicas. 24-8-59. ID 29-A. "GIBA”.
14. Bedeschi, Lorenzo. 19-12-59. ID 24-041. "BELO”.
15. Belloli, Luigi. Reitor de Seminario; Lombardia, Itália. 6-4-58. ID 22-04. "BELLU”.
16. Belluchi, Cleto. Bispo Auxiliar de Fermo - Itália. 4-6-68. ID 12-217.
17. Bettazzi, Luigi. Bispo de Ivrea, Itália. 5-11-66. ID 1347-45. "LUBE”.
18. Bianchi, Giovanni. 23-10-69. ID 2215-11. "BIGI”.
19. Biffi, Franco. Monsenhor Reitor da Pontifícia Universidade Lateranense. Ele é a cabeça dessa Universidade e controla o que se ensina lá. Ele ouviu confissões de Papa Paulo VI. 15-8-59. "BIFRA”.
20. Bicarella, Mario. Prelado de Vicenza, Itália. 23-9-64. ID 21-014. "BIMA”.
21. Bonicelli, Gaetano. Bispo de Albano, Itália. 5-12-59. ID 63-1428, "BOGA”.
22. Boretti, Giancarlo. 21-3-65. ID 0-241. "BORGI”.
23. Bovone, Alberto. Secretário Substituto do Santo Ofício. 30-3-67. ID 254-3. "ALBO”.
24. Brini, Mario. Arcebispo e Secretário dos Chineses, Orientais, e Pagãos. Membro da Pontifícia Comissão para a Rússia. Tem o controle sobre a revisão do Código Canônico. 7-7-68. ID 15670. "MABRI”.
25. Bugnini, Annibale. Arcebispo. Elaborou a Nova Missa. Enviado para o Irã. 23-4-63. ID 1365-75. "BUAN”.
26. Buro, Michele. Bispo. Prelado da Pontifícia Comissão para a América Latina, 21-3-69. ID 140-2. "BUMI”.
27. Cacciavillani, Agostino. Secretariado de Estado. 6-11-60. ID 13-154.
28. Cameli, Umberto. Diretor do Ofício dos Assuntos Eclesiásticos da Itália no que se refere à Educação da Doutrina Católica. 17-11-60. ID 9-1436.
29. Caprile, Giovanni. Diretor dos Assuntos Civis Católicos. 5-9-57. ID 21-014. "GICA”.
30. Caputo, Giuseppe. 15-11-71. ID 6125-63. "GICAP”.
31. Casaroli, Agostino. Cardeal. Secretário de Estado (próximo ao Papa) sob João Paulo II desde 1º de Julho de 1979 até sua aposentadoria em 1989. 28-9-57. ID 41-076. "CASA”.
32. Cerruti, Flaminio. Diretor de Gabinete da Universidade para o Estudo das Congregações. 2-4-60. ID 76-2154. "CEFLA”.
33. Ciarrocchi, Mario. Bispo. 8-23-62. ID 123-A. "CIMA”.
34. Chiavacci, Enrico. Professor de Teologia Moral, Universidade de Florença, Itália. 2-7-70. ID 121-34. "CHIE”.
35. Conte, Carmelo. 16-9-67. ID 43-096. "CONCA”.
36. Csele, Alessandro. 25-3-60. ID 1354-09. "ALCSE”.
37. Dadagio, Luigi. Núncio Papal para a Espanha. Arcebispo de Lero. 8-9-67. ID 43-B. "LUDA”.
38. D’Antonio, Enzio. Arcebispo de Trivento. 21-6-69. ID 214-53.
39. De Bous, Donate. Bispo. 24-6-68. ID 321-02. "DEBO”.
40. Del Gallo Reoccagiovane, Luigi. Bispo.
41. Del Monte, Aldo. Bispo de Novara, Itália. 25-8-69. ID 32-012. "ADELMO”.
42. Faltin, Danielle. 4-6-70. ID 9-1207. "FADA”.
43. Ferraioli, Giuseppe. Membro da Sagrada Congregação para Assuntos Públicos. 24-11-69. ID 004-125. "GIFE”.
44. Franzoni, Giovanni. 2-3-65. ID 2246-47. "FRAGI”.
45. Gemmiti, Vito. Sagrada Congregação dos Bispos. 25-3-68. ID 54-13. "VIGE”.
46. Girardi, Giulio. 8-9-70. ID 1471-52. "GIG”.
47. Fiorenzo, Angelinin. Bispo. Título de Comendador do Espírito Santo. Vigário Geral dos Hospitais Romanos. Controla os fundos financeiros dos hospitais. Foi sagrado Bispo em 19-7-56; filiou-se à Maçonaria em 14-10-57.
48. Giustetti, Massimo. 12-4-70. ID 13-065. "GIUMA”.
49. Gottardi, Alessandro. Procurador e Postulador Geral dos Irmãos Maristas - Arcebispo de Trento. 13-6-59. ID 2437-14. "ALGO”.
50. Gozzini, Mario. 14-5-70. ID 31-11. "MAGO”.
51. Grazinai, Carlo. Reitor do Seminário Vaticano Menor. 23-7-61. ID 156-3. "GRACA”.
52. Gregagnin, Antonio. Tribuno das Primeiras Causas para a Beatificação. 19-10-67. ID 8-45. "GREA”.
53. Gualdrini, Franco. Reitor de Capranica. 22-5-61. ID 21-352. "GUFRA”.
54. Ilari, Annibale. Abade. 16-3-69. ID 43-86. "ILA”.
55. Laghi, Pio. Núncio, Delegado Apostólico para a Argentina, e depois para os EUA até l 1995. 24-8-69. ID 0-538. "LAPI”.
56. Lajolo, Giovanni. Membro do Conselho para os Assuntos Públicos da Igreja. 27-7-70. ID 21-1397. "LAGI”.
57. Lanzoni, Angelo. Chefe de Gabinete do Secretário de Estado. 24-9-56. ID 6-324. "LANA”.
58. Levi, Virgillio. Monsenhor. Diretor Assistente do Jornal Oficial do Vaticano, L’Osservatore Romano. Administra a Estação de Rádio do Vaticano. 4-7-58. ID 241-3. "VILE”.
59. Lozza, Lino. Chanceler da Academia São Tomás de Aquino e de Religião Católica de Roma. 23-7-69. ID 12-768. "LOLI”.
60. Lienart, Achille. Cardeal. Grão Mestre Maçom de alto grau. Bispo de Lille, França. Recruta maçons. Foi o líder das Forças Progressistas no Concílio Vaticano II.
61. Macchi, Pasquale. Cardeal. Prelado de Honra e Secretário Particular do Papa Paulo VI, até ser excomungado por heresia pelo próprio Papa Paulo VI. Foi reintegrado pelos Secretário de Estado Jean Villot [com ordem de quem?]. 23-4-58. ID 5463-2. "MAPA”.
62. Mancini, Italo. Diretor de Sua Santidade. 18-3-68. ID l551-142. "MANI”.
63. Manfrini, Enrico. Consultor Leigo da Pontifícia Comissão das Artes Sagradas. 21-2-68. ID 968-c. "MANE”.
64. Marchisano, Francesco. Prelado de Honra do Papa. Secretário da Congregação para os Seminários e Universidades de Estudos. 4-2-61; 4536-3. "FRAMA”.
65. Marcinkus, Paul. Guarda-costas americano do Papa impostor. Da cidade de Cicero, Illinois. Presidente do Instituto de Treinamento Religioso. 21-8-67. ID 43-649. Apelidado "GORILLA”. Codinome "MARPA”.
66. Marsili, Salvatore. Abade da Ordem de São Bento da cidade Finalpia, próximo a Modena, Itália. 2-7-63. ID 1278-49. "SALMA”.
67. Mazza, Antonio. Bispo Titular de Velia. Secretário Geral do Ano Santo em 1975. 14-4-71. ID 054-329. "MANU”.
68. Mazzi, Venerio. Membro do Conselho para os Assuntos Públicos da Igreja. 10-13-66. ID 052-s. "MAVE”.
69. Mazzoni, Pier Luigi. Membro da Congregação dos Bispos. 14-9-59. ID 59-2. "PILUM”.
70. Maverna, Luigi. Bispo de Chiavari, Genova, Italia. Assistente Geral da Ação Católica Italiana. 3-6-68. ID 441-c. "LUMA”.
71. Mensa, Albino. Arcebispo de Vercelli, Piemonte, Itália. 23-7-59. ID 53-23. " MENA”.
72. Messina, Carlo. 21-3-70. ID 21-045. "MECA”.
73. Messina, Zanon (Adele). 9-25-68. ID 045-329. "AMEZ”.
74. Monduzzi, Dino. Regente da Prefeitura da Casa Pontifícia. 11-3 -67. ID 190-2. "MONDI”.
75. Mongillo, Daimazio. Professor de Teologia Moral Dominicana, no Instituto Santos Anjos de Roma 16-2-69. ID 2145-22. "MONDA”.
76. Morgante, Marcello. Bispo de Ascoli Piceno na Itália Oriental. 22-7-55. ID 78-3601. "MORMA”.
77. Natalini, Teuzo. Vice Presidente dos Arquivos do Secretariado do Vaticano. 17-6-67. ID 21-44d. "NATE”.
78. Nigro, Carmelo. Reitor do Pontifício Seminário de Estudos Maiores. 21-12-70. ID 23-154. "CARNI”.
79. Noe, Virgillio. Chefe da Sagrada Congregação do Culto Divino. Ele e Annibale Bugnini pagaram 5 Pastores Protestantes e um Rabino Judeu para criarem a Nova Missa. 3-4-61. ID 43652-21. "VINO”.
80. Palestra, Vittorie. Ele é o Conselheiro Legal da Sagrada Rota do Estado do Vaticano. 6-5-43. ID 1965. "PAVI”.
81. Pappalardo, Salvatore. Cardeal. Arcebispo de Palermo, Sicilia. 15-4-68. ID 234-07. "SALPA”.
82. Pasqualetti, Gottardo. 15-6-60. ID 4-231. "COPA”.
83. Pasquinelli, Dante. Conselheiro do Núncio de Madri - Espanha. 12-1-69. ID 32-124. "PADA”.
84. Pellegrino, Michele. Cardeal. Chamado de "Protetor da Igreja", Arcebispo de Torino. 2-5-60. ID 352-36. "PALMI”.
85. Piana, Giannino. 2-9-70. ID 314-52. "GIPI”.
86. Pimpo, Mario. Vigário do Gabinete de Assuntos Gerais. 15-3-70. ID 793-43. "PIMA”.
87. Pinto, Monsignor Pio Vito. Adido do Secretário de Estado e Tabelião da Segunda Seção do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica. 2-4-70. ID 3317-42. "PIPIVI”.
88. Poletti, Ugo. Cardeal. Vigário da S.S. Diocese de Roma. Controla o clero de Roma desde 6-3-73. Membro da Sagrada Congregação dos Sacramentos e do Culto Divino. Ele é o Presidente das Obras Pontifícias e da Preservação da Fé. É também Presidente da Academia Litúrgica. 17-2-69. ID 32-1425. "UPO”.
89. Rizzi, Monsignor Mario. Sagrada Congregação dos Ritos Orientais . Consta como "Prelado Bispo de Honra do "Santo Padre, o Papa”.  Atua sob comando do Maçom de Alto Grau Mario Brini na manipulação do Código Canônico. 16-9-69. ID 43-179. "MARI," "MONMARI”.
90. Romita, Florenzo. Era da Sagrada Congregação do Clero. 21-4-56. ID 52-142. "FIRO”.
91. Rogger, Igine. Oficial na S.S. (Diocese de Roma). 16-4-68. ID 319-13. "IGRO”.
92. Rossano, Pietro. Sagrada Congregação das Religiões Não-Cristãs. 12-2-68. ID 3421-a. "PIRO”.
93. Rovela, Virgillio. 12-6-64. ID 32-14. "ROVI”.
94. Sabbatani, Aurelio. Arcebispo de Giustiniana Prima (Arquidiocese suprimida e titular, na Sérvia). Primeiro Secretário da Suprema Assinatura Apostólica. [Em 1983, João Paulo II o criou Cardeal]. 22-6-69. ID 87-43. "ASA"
95. Sacchetti, Giulio. Delegado dos Governadores – Marquês de Castel Romano. 23-8-59. ID 0991-b. "SAGI”.
96. Salerno, Francesco. Bispo. Prefeito dos Atos Eclesiásticos. 4-5-62. ID 0437-1. "SAFRA"
97. Santangelo, Franceso. Substituto Geral do Conselho de Defesa Legal. 12-11-70. ID 32-096. "FRASA”.
98. Santini, Pietro. Vice Oficial do Vigário. 23-8-64. ID 326-11. "SAPI”.
99. Savorelli, Fernando. 14-1-69. ID 004-51. "SAFE”.
100. Savorelli, Renzo. 12-6-65. ID 34-692. "RESA”.
101. Scanagatta, Gaetano. Sagrada Congregação do Clero. Membro da Comissão de Pompei e Loreto, Itália. 23-9-71. ID 42-023. "GASCA”.
102. Schasching, Giovanni. 18-3-65. ID 6374-23. "GISCHA," "GESUITA”.
103. Schierano, Mario. Bispo Titular de Acrida (Acri na Provincia de Cosenza, Itália.) Capelão Militar Chefe das Forças Armadas da Itália. 3-7-59; #14-3641. "MASCHI”.
104. Semproni, Domenico. Tribunal do Vicariato do Vaticano. 16-4-60. ID 00-12. "DOSE”.
105. Sensi, Giuseppe Mario. Titular Arcebispo de Sardi (Asia Menor, próximo a Esmirna). Núncio Papal de Portugal. 2-11-67. ID 18911-47. "GIMASE”.
106. Sposito, Luigi. Pontifícia Comissão para os Arquivos da Igreja na Itália. Administrador Chefe da Sé Apostólica do Vaticano.
107. Suenens, Leo. Cardeal. Título: Protetor da Igreja de San Pietro In Vincoli, fora de Roma. Promove o Pentecostalismo Protestante (Carismáticos). Destruiu grande parte dos dogmas da Igreja quando atuou junto a 3 Congregações Sagradas: 1) Propagação da Fé; 2) Ritos e Cerimonias na Liturgia; 3) Seminários. 15-6-67. ID 21-64. "LESU”.
108. Trabalzini, Dino. Bispo de Rieti (Perugia, Itália). Bispo Auxiliar de Roma meridional. 6-2-65. ID 61-956. "TRADI”.
109. Travia, Antonio. Arcebispo Titular de Termini Imerese. Diretor de Escolas Católicas. 15-9-67. ID 16-141. "ATRA”.
110. Trocchi, Vittorio. Secretário Laico para o Consistório Católico para Consultas do Estado do Vaticano. 12-7-62. ID 3-896. "TROVI”.
111. Tucci, Roberto. Diretor Geral da Rádio Vaticano. 21-6-57. ID 42-58. "TURO”.
112. Turoldo, David. 9-6-67. ID 191-44. "DATU”.
113. Vale, Georgio. Padre. Oficial da Diocese de Roma. 21-2-71. ID 21-328. "VAGI”.
114. Vergari, Piero. Oficial Chefe de Protocolo do Gabinete de Assinatura do Vaticano. 14-12-70. ID 3241-6. "PIVE”.
115. Villot, Jean. Cardeal. Secretário de Estado sob Papa Paulo VI. Ele é o Camerlengo (Tesoureiro). "JEANNI," "ZURIGO”.
116. Zanini, Lino. Titular Arcebispo de Andrianopolis, Turquia. Núncio Apostólico. Membro da Reverenda Fábrica de São Pedro (antiga Congregação da Reverenda Basílica de São Pedro).


Fonte: http://marcellefebvre.blogspot.com.br/2012/11/monsignor-lefebvre-sono-convinto-che-si.html.
Tradução: Pale Ideas





[1] Padre ocultista que publicava uma revista chamada “L’Anticlerical”. Em “A Glória Centenária” escreveu: “O Concílio do Vaticano (II), como Cristo que revelou aos seus irmãos um novo ensinamento, não deverá guiar a Cristandade, nem o mundo, na plenitude de outras direções senão aquelas seguidas pelos povos sob a secreta inspiração do Espírito, simplesmente para confirmá-los no modo de vida moderno, cujos princípios evangélicos, ideias e obras essencialmente cristãs, tornam-se, sem que eles o percebam, os princípios, ideias e obras das nações regeneradas antes que Roma cogitasse em preconizá-las. O Pontífice contentar-se-á de confirmar e glorificar a obra do Espírito de Cristo no setor público, e, graças ao privilégio de sua infalibilidade pontifical, declarará – urbi et orbi – que a civilização presente é a filha legítima do Santo Evangelho e da redenção social” (p.111).
[2] Lembram quem falou recentemente sobre a “consciência”?
[3] Abade Callixte Melinge, o dr. Alta ou Alta Elie.
[4] A Instrução Permanente da Alta Vendita (comumente chamado de Alta Vendita) é um documento, publicado originalmente em italiano, no século 19, produzido pela maior Loja da Carbonária, a sociedade secreta e revolucionária italiana. O documento detalha um plano maçônico para se infiltrar na Igreja Católica e difundir ideias liberais nEla. A Carbonária tem fortes semelhanças com a Maçonaria, e por isso o documento é visto como um documento maçônico. No século 19, o Papa Pio IX e o Papa Leão XIII o procuravam para torna-lo público. Foi publicado pela primeira vez em 1859 por Jacques Cretineau-Joly no seu livro “L'Église Romaine en face de la Révolution”. Foi popularizado no mundo de língua Inglês por Monsenhor George Francis Dillon, em 1885, com seu livro “War of Anti-Christ with the Church and Christian Civilization“. Esse texto descreve com precisão as mudanças na Igreja a partir do Vaticano II.
[5] Ocultista, filósofo, artista e educador austríaco, criou a Antroposofia e foi o líder da Sociedade Teosófica Alemã, primeiro, e da Sociedade Antroposófica depois. Em sua “ciência”, misturava várias áreas do saber humano, conceitos de várias crenças e ideologias.
[6]Esta declaração coloca em cheque a aproximação – ou colóquios doutrinários – que d. Fellay teimou em levar adiante com uma dessas autoridades, então apenas Cardeal e depois Papa, e que levou à divisão interna da FSSPX de Mons. Lefebvre. Se o Card. Ratizinger era um anticristo, o que seria então Bento XVI? Qual a prudência que há em dialogar com o anticristo? E porque esperar pela “permissão” de outro anticristo similar (e até pior) para fazermos ou falarmos ou agirmos, conforme declarado pelo próprio d. Fellay na Declaração por ocasião dos 25 anos de episcopado, em junho próximo passado?
[7] Sim, porque uma coisa não tem nada a ver com a outra. E há muitos na Tradição fazendo confusão a respeito.
[8] Porque, conforme dizem nossos bons padres, esse não é um problema nosso.
[9] Está claro, ou é preciso desenhar?
[10] Quem ousaria desmentir Nossa Senhora?
[11] Rotary Clube, vale?
[12] Teólogo dominicano e Cardeal francês. Cf. http://pt.wikipedia.org/wiki/Yves_Congar.
[13] Não só Ratzinger não estava turbado, como estava “contente” com o fato de que o “Gaudius et spes” fosse quase que um contra-sílabo e – pasmem! – uma “tentativa” de reconciliação oficial da Igreja com a “nova era inaugurada pela Revolução Francesa” (1789). É com essa figura que d. Fellay quis dialogar e fazer um acordo que destruiria a obra de Mons. Lefebvre. É loucura, insanidade! Que ingenuidade, que nada! Fellay é um imprudente!!!
[14] Imagina que esse Prefeito se tornou Papa!!!
[15] Cf. it.wikipedia.org/wiki/Achille_Liénart.
[16] Que é uma realidade em nossos dias. Primeiro oficiosamente, agora cada vez mais oficialmente, com Bergoglio instituindo o Conselho de Cardeais que o “ajudam a governar a Igreja”, como se a assistência do Espírito Santo não fosse suficiente!!!
[17] Pietro Palazzini (1912-2000) foi um cardeal italiano. Em 1985, foi-lhe atribuído o prémio “Justos entre as Nações”, pelo Yad Vashem, pelo seu trabalho de salvação de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Palazzini sempre defendeu que as suas acções decorreram de obras do Papa Pio XII. Entre 1980 e 1988 foi prefeito da Congregação para a Causa dos Santos. Wikipédia.
[18] Mostra que Dom Lefebvre aprecia que as pessoas pensem por si só... não são vaquinhas de presépio do líder.
[19] Viu, dom Fellay? Envenenado. Portanto, pouco importa se é 5% ou 95%. Mesmo 1% de veneno... é veneno. Em se tratando de doutrina, a coisa é ainda pior!
[20] Como pode alguém contemporizar com os modernistas diante dessa visão dantesca da situação da Igreja na época do texto e, sobretudo, hoje? Como pode alguém querer dialogar com essa gente? Pior, como pode alguém cometer a imprudência de deixar a Igreja Católica para se integrar à igreja conciliar sabendo disso? Sim, porque a maioria de nós sequer conheceu Monsenhor Lefebvre, mas d. Fellay o conheceu, o ouviu, pessoalmente!!! Como pode ser tão imprudente com as almas que dirige? E d. Fellay vem agora pousar de ingênuo, agradecendo a Deus que o acordo com a Roma apóstata não saiu, quando TODOS SABEM que não saiu porque foi Bento XVI quem NÃO QUIS!!! Porque, se dependesse do documento enviado por d. Fellay e denunciado por Dom Williamson, hoje ele e seus sequazes estariam todos batendo palmas e abanando os braços junto com Bergoglio! Isso é escabroso!
[21] É uma premiação autoexplicativa. Se um Papa não excomunga um cardeal desses... algo errado há com o Papa!!!
[22] Segundo o padre Luigi Villa, in “Paulo VI beato?”, afirma que Suenens foi expulso de sua sé em Bruxelas porque casado e pai de um filho chamado Paulo. Cf. http://missatridentinaemportugal.blogspot.com.br/2011/03/il-libro-che-ha-fermato-la.html.
[23] Carmine Pecorelli (1928-1979), conhecido como Mino, era um jornalista italiano, morto em Roma, um ano após sequestro e subsequente morte do ex-primeiro-ministro Aldo Moro em 1978. Ele foi descrito como um "jornalista independente, com excelentes contatos nos serviços secretos." De acordo com Pecorelli, o sequestro de Aldo Moro havia sido organizado por uma "superpotência lúcida" e foi inspirada na "lógica de Yalta". O nome de Pecorelli constava na lista de membros de Licio Gelli da loja maçônica Propaganda Due (P2), descoberta em 1980 pela polícia italiana. Em 2002, o ex-primeiro-ministro Giulio Andreotti foi condenado, juntamente com Gaetano Badalamenti, o chefe da máfia, a 24 anos de prisão pelo assassinato de Pecorelli. A sentença foi expelida pelo Supremo Tribunal Italiano em 2003.

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